· HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA
- Primeiras representações do mundo real: pinturas rupestres;
- Primeira descoberta da fotografia: câmara escura;
- Câmara isolada da luz, com excessão a um orifício que converge os raios de luz, fazendo com que a imagem apareça invertida dentro da câmara;
- Na Idade Média era utilizada para auxiliar nas pinturas (Leonarda DaVinci);
- Girolando Cartano sugeriu o uso da lente biconvexa junto ao orifício, resolvendo problemas de imagem desfocada.
- Primeiro registro fotográfico: Nicéphore Niépce – Heliografia;
- Luis Daguerre diminui o tempo de exposição utilizando o vapor de mercúrio e utiliza um banho fixador (cloreto de sódio);
· TIPOS DE CÂMERA
- Compactas: amadoras, automáticas;
- Câmeras de pequeno formato (35mm): Lentes cambiáveis, visor direto, muito usadas por jornalistas;
- Câmeras de médio formato: usadas em estúdio fotográfico, principalmente pela publicidade;
- Câmeras de grande formato: técnicas, pesadas, alta precisão, permite grandes ampliações, usadas na publicidade e na arquitetura.
· MECANISMOS DA CÂMERA FOTOGRÁFICA
- Difragma: controla o tamanho da abertura; é medida em números F(quanto maior o número, menor a abertura; cada ponto dobra ou reduz pela metade a quantidade de luz; quanto maior a abertura(menor o número F) menor será a profundidade (ideal para focar apenas um plano).
- Obturador de velocidade: controla o tempo de exposição à luz; expressa em frações de segundo, isso significa que quanto menor o número, maior será o tempo; congelamentos são proporcionados por altas velocidades, enquanto borrões são proporcionados por baixas.
- Exposição: obturador + diafragma;
- Fotometro: Mede a luz existente.
· COMPOSIÇÃO
- Regra dos terços: dividir a imagem em nove quadros e usar as linhas imaginárias para colocar o assunto de maior atenção da fotografia.
- Iluminação: conduz o olhar;
- Direção: linhas imaginárias ou reais também conduzem o olhar;
· OBJETIVAS
- Normal: 50mm – visão humana;
- Grande angular: 8 à 35mm – Torna as coisas mais distantes; tem grande profundidade de campo (tudo focado);
- Teleobjetiva: aproxima os objetos; possui pequena profundida (apenas um plano focado);
- Macro: permitem focalização de objetos próximos e pequenos.
· TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL
- Olhar(direcionar) -> ver(identificar) -> enxergar(interpretar);
- Há regras básicas de leitura visual do organismo, o conhecimento delas ajuda na comunicação. Os processos são sempre antagônicos: equilíbrio X instabilidade; agudeza X difusão; regularidade X irregularidade; simplicidade X complexidade; unidade X fragmentação; economia X profusão; minimização X exagero; previsibilidade X espontaneidade; atividade X estase; sutileza X ousadia; neutralidade X ênfase; transparência X opacidade; estabilidade X variação; exatidão X distorção; planura X profundidade; singularidade X justaposição; sequecialidade X acaso; repetição X episodicidade; simetria X assimetria.
· COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA
- Elementos da escrita icônica: VIVO (componente animal, principal na imagem) – FIXO(ambiente, natureza) – MÓVEL (objetos) (nesta ordem).
- Fotos lienares são mais fáceis de ser compreendidas, porém são de mais difícil memorização. (Tornam-se banais). Quando os objetos fotografados são de mesmo contexto cultural da pessoa que a vê, a compreensão também fica mais fácil, mas isso também pode banalizar a foto, não chamar atenção.
- Decomposição da leitura imagética: Percepção (formas e tonalidades dominantes, sem identificação) -> Identificação -> Interpretação; O fotógrafo possui certo domínio até o nível de identificação(nível descritivo), a interpretação(nível sugestivo) é polissêmica e depende de cada indivíduo;
- Elementos da linguagem jornalística: Sujeito( quem faz/o que acontece) – Circunstância (o que acontece) – ambiente (intensão).
· ISOMETRIA
- A diferença no ISO se refere ao quanto o filme é sensível a luz, ou seja, qual o tamanho dos haletos de prata do filme(por isso que quanto maior o ISO, mais granulada fica a fotografia). O ISO digital imita esse sistema.
- Altíssima sensibilidade (1600 – 3200): indicados para baixas luminosidades. Exemplo: shows, onde é necessário uma alta velocidade para proporcionar congelamentos.
- Média sensibilidade: usados em condições normais de luminosidade (200 – 800);
- Baixa sensibilidade (25 – 125): permite grandes ampliações, porque a imagem não fica granulada; utilizada para objetos estáticos e paisagens.
· LUZ E CORES
- Luz: é a parte visível das ondas eletromagnéticas; se propaga em linha reta; podem ser refletidas ou absorvidas. Luz + cores=imagem
- Os raios possuem vários tamanhos;
- A luz solar proporciona três faixas de luz:
- Nascer do sol e pôr do sol: luz suave; cores nítidas, menos saturadas;
- Meio-dia: luz dura, sombras muito demarcadas(uso do flash para amenizar), baixíssima sensibilidade; cores menos nítidas, muito saturadas;
· FLASH
- Deve ser calculado de acordo com a distância, lembre que os flashs mais fortes do mercado alcaçam 15m;
- Fazem sicronia com a câmera apenas em determinadas velocidades, geralmente é de 125.
- Fotocélulas são ondas eletromagnéticas que controlam mais de um flash, muito usado em studios;
- Número-guia: usado para aproximar os tons de cores de ambientes diferentes, muito útil para montagens. Cada ISO usa um número-guia. É calculado da seguinte maneira: distância focal X 10 = número de volts para a fotografia.
- Flash de studio: modulados por gerador. Uso de equipamentos de suporte:
- Sombrinhas: usadas para deixar peles aveludadas;
- Softboxes: propagam luz por igual, não permitindo sombras;
- Flash frontal: elimina sombras do rosto, potências altas ou distâncias pequenas podem estourar a foto;
- Flash de preenchimento: Utilizados em tetos baixos, espalha luz no ambiente; usado em distâncias pequenas e em fotos noturnas, para não perderem iluminação.