quinta-feira, 8 de abril de 2010

Prova de Linguagem Fotográfica I

Segundo o pessoal de Jornalismo, que fez a prova na terça, a prova é toda fechada e possui oito questões. Cai de tudo um pouco. Resumi os tópicos principais:


·         HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA
- Primeiras representações do mundo real: pinturas rupestres;
- Primeira descoberta da fotografia: câmara escura;
            - Câmara isolada da luz, com excessão a um orifício que converge os raios de luz, fazendo com que a imagem apareça invertida dentro da câmara;
- Na Idade Média era utilizada para auxiliar nas pinturas (Leonarda DaVinci);
- Girolando Cartano sugeriu o uso da lente biconvexa junto ao orifício, resolvendo problemas de imagem desfocada.
- Primeiro registro fotográfico: Nicéphore Niépce – Heliografia;
- Luis Daguerre diminui o tempo de exposição utilizando o vapor de mercúrio e utiliza um banho fixador (cloreto de sódio);

·         TIPOS DE CÂMERA
- Compactas: amadoras, automáticas;
- Câmeras de pequeno formato (35mm): Lentes cambiáveis, visor direto, muito usadas por jornalistas;
- Câmeras de médio formato: usadas em estúdio fotográfico, principalmente pela publicidade;
- Câmeras de grande formato: técnicas, pesadas, alta precisão, permite grandes ampliações, usadas na publicidade e na arquitetura.

·         MECANISMOS DA CÂMERA FOTOGRÁFICA
- Difragma: controla o tamanho da abertura; é medida em números F(quanto maior o número, menor a abertura; cada ponto dobra ou reduz pela metade a quantidade de luz; quanto maior a abertura(menor o número F) menor será a profundidade (ideal para focar apenas um plano).
- Obturador de velocidade: controla o tempo de exposição à luz; expressa em frações de segundo, isso significa que quanto menor o número, maior será o tempo; congelamentos são proporcionados por altas velocidades, enquanto borrões são proporcionados por baixas.
- Exposição: obturador + diafragma;
- Fotometro: Mede a luz existente.

·         COMPOSIÇÃO
- Regra dos terços: dividir a imagem em nove quadros e usar as linhas imaginárias para colocar o assunto de maior atenção da fotografia.
- Iluminação: conduz o olhar;
- Direção: linhas imaginárias ou reais também conduzem o olhar;

·         OBJETIVAS
- Normal: 50mm – visão humana;
- Grande angular: 8 à 35mm – Torna as coisas mais distantes; tem grande profundidade de campo (tudo focado);
- Teleobjetiva: aproxima os objetos; possui pequena profundida (apenas um plano focado);
- Macro: permitem focalização de objetos próximos e pequenos.

·         TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL
- Olhar(direcionar) -> ver(identificar) -> enxergar(interpretar);
- Há regras básicas de leitura visual do organismo, o conhecimento delas ajuda na comunicação. Os processos são sempre antagônicos: equilíbrio X instabilidade; agudeza X difusão; regularidade X irregularidade; simplicidade X complexidade; unidade X fragmentação; economia X profusão; minimização X exagero; previsibilidade X espontaneidade; atividade X estase; sutileza X ousadia; neutralidade X ênfase; transparência X opacidade; estabilidade X variação; exatidão X distorção; planura X profundidade; singularidade X justaposição; sequecialidade X acaso; repetição X episodicidade; simetria X assimetria.

·         COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA
- Elementos da escrita icônica: VIVO (componente animal, principal na imagem) – FIXO(ambiente, natureza) – MÓVEL (objetos) (nesta ordem).
- Fotos lienares são mais fáceis de ser compreendidas, porém são de mais difícil memorização. (Tornam-se banais). Quando os objetos fotografados são de mesmo contexto cultural da pessoa que a vê, a compreensão também fica mais fácil, mas isso também pode banalizar a foto, não chamar atenção.
- Decomposição da leitura imagética: Percepção (formas e tonalidades dominantes, sem identificação) -> Identificação -> Interpretação; O fotógrafo possui certo domínio até o nível de identificação(nível descritivo), a interpretação(nível sugestivo) é polissêmica e depende de cada indivíduo;
- Elementos da linguagem jornalística: Sujeito( quem faz/o que acontece) – Circunstância (o que acontece) – ambiente (intensão).

·         ISOMETRIA
- A diferença no ISO se refere ao quanto o filme é sensível a luz, ou seja, qual o tamanho dos haletos de prata do filme(por isso que quanto maior o ISO, mais granulada fica a fotografia). O ISO digital imita esse sistema.
- Altíssima sensibilidade (1600 – 3200): indicados para baixas luminosidades. Exemplo: shows, onde é necessário uma alta velocidade para proporcionar congelamentos.
- Média sensibilidade: usados em condições normais de luminosidade (200 – 800);
- Baixa sensibilidade (25 – 125): permite grandes ampliações, porque a imagem não fica granulada; utilizada para objetos estáticos e paisagens.

·        LUZ E CORES 
- Luz: é a parte visível das ondas eletromagnéticas; se propaga em linha reta; podem ser refletidas ou absorvidas. Luz + cores=imagem
- Os raios possuem vários tamanhos;
- A luz solar proporciona três faixas de luz:
                - Nascer do sol e pôr do sol: luz suave; cores nítidas, menos saturadas;
                - Meio-dia: luz dura, sombras muito demarcadas(uso do flash para amenizar), baixíssima sensibilidade; cores menos nítidas, muito saturadas;

·         FLASH
- Deve ser calculado de acordo com a distância, lembre que os flashs mais fortes do mercado alcaçam 15m;
- Fazem sicronia com a câmera apenas em determinadas velocidades, geralmente é de 125.
- Fotocélulas são ondas eletromagnéticas que controlam mais de um flash, muito usado em studios;
- Número-guia: usado para aproximar os tons de cores de ambientes diferentes, muito útil para montagens. Cada ISO usa um número-guia. É calculado da seguinte maneira: distância focal X 10 = número de volts para a fotografia.
- Flash de studio: modulados por gerador. Uso de equipamentos de suporte:
                - Sombrinhas: usadas para deixar peles aveludadas;
                - Softboxes: propagam luz por igual, não permitindo sombras;
- Flash frontal: elimina sombras do rosto, potências altas ou distâncias pequenas podem estourar a foto;
- Flash de preenchimento: Utilizados em tetos baixos, espalha luz no ambiente; usado em distâncias pequenas e em fotos noturnas, para não perderem iluminação.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Prova de Redação I

Dessa vez não vai resumo, vai aprofundamento dos slides, já que esse só têm tópicos. 


TÍTULO

*Características: Pequeno texto de abertura da peça; destaca-se pelo tamanho, tipologia e cores; elemento fundamental, junto a imagem, para chamar atenção do público; encontra-se na parte superior.

*Tipos: 
  - Direto: informação rápida;
  - Indireto: subejtivo, desperta a curiosidade; o fechamento da informação está no subtítulo e/ou texto.

*Qualidades: 
  - Concisão: capacidade de resumir;
  - Positividade: não pode causar impressão negativa; deve transmitir positividade. Isto não quer dizer que o título não pode conter palavras de natureza negativa, mas sim que o título não deve causar mal estar ao leitor, a não ser que seja intensional a provocação de um choque.

*Funções:
  - Ancorar a imagem: o título explica a imagem e a imagem explica o título. As imagens são, geralmente, polissêmicas, já o texto possui significado mais fechado;
  - Atrair, chamar atenção para a peça;   
  - Provocar interesse pelo texto e fazer encadeamento de hiperlinks;
  - Impacto Emocional: fazer com que o público se identifique com a peça; catarse;
  - Provocar desejo;
  - Personalizar a mensagem: criar um diálogo com o público-alvo;
  - Despertar interesse pelo produto.

*Classificação:
  - Afirmativo: a grande maioria dos anúncios podem ser classificados desta forma;
  - Exclamativo: as frases devem ser exclamativas por si mesmas, pois a exclamação, como sinal gráfico, é abominada em anúncios;
  - Interrogativo: trás uma reflexão; é muito usado em anúncios educativos e de conscientização;
  - Imperativo: já é conhecido como linguagem publicitária de tão largamente que é utilizado para este fim. Leva o leitor à ação.


SUBTÍTULO

* Ferramenta opcional;
* Questão estilística;
* Aparece geralmente em letras menores que o título e complementa-o, respondendo-o diretamente. 


TEXTO 

*Classificação: 
  - Racional: Apelam para a razão, apresentando dados que provam a validade do produto que ele defende; forma direta.
  - Emocional: qual o status que o produto proporciona? quais as sensações ao utilizá-lo? Os textos emocionais desencadeiam motivações inconscientes e conduzem a decisões favoráveis.
  - Misto: Utiliza os dois acima.

*Corpo do texto: O texto se divide numa escala de unidades para dosar a quantidade de informação.
  - Chamada: é a introdução; frases curtas e objetivas com a intensão de dar continuidade ao título/subtítulo;
  - Venda do produto: desenvolvimento; características do produto, vantagens, fatores tangíveis e intagíveis que o cercam;
  - Fechamento: conclusão; aqui o leitor deve ser conduzido à ação de compra ou à decisão de busca; imperativo.


SLOGAN

*Elemento imprescindível;
*Sobrenome da marca;
*Deve ser: positivo, breve, compreensível, preciso e simpático;
*Deve ter rítmo. Muitos são trabalhados foneticamente para melhor memorização;
*Algumas vezes o slogan é mais lembrado que a própria marca.


MÉTODO CRIATIVO

Toda criatividade surge a partir de uma necessidade, esta não precisa ser de sobrevivência, pois o ser humano possui novas necessidades a cada dia. Isso significa que todos são dotados de criatividade, mas alguns desenvolveram mais do que outros. O método a seguir pode ser encarado como um modo para treinar o músculo da criatividade.

1 - Conhecimento
  - Familiaridade: o que é de nosso conhecimento? O que nos é familiar é aquilo que está no repertório linguístico, cultural e imagético. São ideias e associações que geram inputs. Quanto maior a criatividade e a ânsia por informação maiores são as chances de possuir um grande repertório.

2 - Definição
  - Determinar objetivos: qual o objetivo do anúncio? lançar um novo produto? alavancar vendas? conquistar um novo público? tornar a marca mais conhecida? Pode existir vários objetivos, mas eles devem ser definidos.

3 - Criatividade
Nesta etapa é necessário diminuir a gama de valores e deixar os preconceitos de lado, pois estes impedem o conhecimento. A flexibilidade é importante para aumentar as experiências e apurar os sentidos.
A abertura da emoção, dos sentidos e da mente faz com que os inputs do repertório se transformem em outputs criativos. Pode-se utilizar alguns métodos para facilitar o processo:
  - Contiguidade: mar/navio;
  - Semelhança: gato/tigre;
  - Contraste: preto/branco;
  - Sucessão: veneno/morte.

4 - Brainstorm: 
Livre associação de ideias, aqui qualquer ideia é bem-vinda.

5 - Seleção
Relacionar as ideias e filtrar as que mais se adequam ao propósito da campanha. A partir disto fica definido o tema, que concentra os argumentos de venda e proposições de compra.

6 - Interpretação
Escolher a melhor forma de comunicar a ideia.

7 - Comprovação
Testar se a mensagem pode ser facilmente compreendida pelo público-alvo.


TEORIA DA GESTALT

Compreensão dos elementos contidos em uma mensagem; totalidade sensível/forma; serve para amparar na escolha da imagem; é necessário total entendimento para interiorizar a mensagem.

*Depende da:
  - Clareza da mensagem: contrastes, fontes, foco, etc.
  - Regras do organismo: miopia, daltonismo e outros fatores que possam trazer problemas à recepção;
  - Relação entre elementos contidos numa mensagem (processos mentais/cognitivos): informações -> público-alvo

*Leis:
  - Similaridade: semelhança de certos elementos no conjunto para que haja harmonia e aceitação da mensagem. É o clichê, o lugar-comum, que é muito mais facilmente compreendido. Essa lei é frequentemente quebrada porque, dependendo do contexto, a mensagem não perde sentido.
  - Proximidade: Os elementos devem ser coerentes com o produto quanto à cultura, gênero, idade, raça, costumes, entre outros. É a coerência da mensagem, é falar a língua do receptor. Muito ligada ao repertório do público-alvo. Geralmente o não-cumprimento desta lei é que mais dificulta o fechamento da Gestalt.
  - Contiguidade: Semelhança lógica relacionada a continuação dos elementos da mensagem (lembrar da estrutura padrão de anúncio impresso). É a ordem no padrão da mensagem. A quebra desta lei dificulta o entendimento.
  - Fechamento: Compreensão da totalidade da mensagem num relance. Tem a ver com a demora para ocorrer o total entendimento, se há demora, há comprometimento.


DÊIXIS

É um processo de construção de sentido para o entendimento de uma anáfora. Para realizar esta compreensão o leitor precisa percorrer de volta o texto e seu contexto.

*Anáfora: Palavra ou expressão que depende semanticamente de elementos textuais e contextuais anteriores à sua ocorrência para que seja compreendida. As palavras são anáforas quando não possuem sentido sozinhas. Um grande exemplo de anáfora é o grupo dos pronomes possessivos.


RECURSOS ESTILÍSTICOS

*Melopéia: Estruturas carregadas de alguma qualidade musical. Tem ligação com a melodia textual. Possui rítmo definido pela pontuação e por cadências de frases curtas e rápidas para evitar o cansaço. O som é caracterizado por repetições, sejam elas aliterações (consoantes), assonâncias (vogais) ou repetição de palavras. As rimas devem ser usadas com cuidado no texto impresso porque tendem a deixá-lo breja, já no jingle podem ser usados largamente, para melhor memorização.
  - Paralelismo Ritmico: Frases com mesma extensão, repetição de sequências, palavras e verbos. Usado para memorizar conceitos. 
  - Quebra de paralelismo semântico (melopéia/logopéia): Quanto a logopéia, é a quebra do sistema lógico, previsto, esperado. Quanto a melopéia, fica geralmente implícito. Exemplo: Fiz duas operações: Uma (operação) em São Paulo e outra (operação) no ouvido.

*Logopéia: Dança do intelecto entre as palavras; conteúdo estético; hábitos de uso, contexto das palavras; jogos de ironia. Trabalha com o conceito, a semântica. Utilizado para trazer ambiguidade para o texto. A grande maioria dos títulos indiretos são logopéias.
  - Sentidos múltiplos: Ambiguidade; duas ou mais interpretações semânticas.
     º Polissemia: sistema duplo de oposições; vários significados para a mesma palavra; não é relacionado ao dicionário, mas a linguagem informal.
     º Homonímia: quando o verbete possui mais de um significado, pode ser:
       ~Homográfas: mesma grafia, significados diferentes;
       ~Homográfas/Homofonas: mesma grafia e fonética, significados diferentes;
       ~Homofonas: mesma fonética, significado e grafia diferentes.
  - Sentidos Contrários: Tem a função de causar impacto no leitor através do choque conceitual; ressaltar os valores do produto com a presença duplicada de qualificações.  

*Fanopéia: Projeção do objeto(produto) através da descrição da imagem, situação, personagem, etc. Deve-se observar que nem toda descrição é uma fanopéia, para isso ela tem que ser estilisticamente atraente e não uma enumeração de itens; necessita de uma tensão; descrição criativa.

domingo, 4 de abril de 2010

Resumo para a prova - Marketing

Já que eu aprendo melhor escrevendo, vou transcrever aqui o resumo que fiz da prova de Marketing. Vou tentar fazer isso de todas as cadeiras, mas não garanto nada.
Minha dica é não estudar só por isso, já que isso é o resumo do resumo do resumo.



  • Definição de Marketing:
Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado.



  • Processo evolutivo histórico X marketing
Inicialmente, antes da Revolução Industrial, existiam poucas empresas e muita procura. Todo foco era em transformar o artesanal em indutrial. Toda produção era vendida sem grandes esforços.
Mas logo começaram a aparecer os concorrentes e os consumidores passaram a ter opções e criticidade. Os produtos foram ficando acumulados e os estoques foram surgindo. Foi aqui que o marketing surgiu, com as suas estratégias para alavancar as vendas.
Com o passar do tempo, com o mundo globalizado e conectado à internet, o cliente foi ficando ainda mais exigente e a concorrência ainda mais acirrada. Então as empresas começaram a concentrar seus esforços na satisfação dos desejos dos clientes.



  • 5 P's
- Produto: Características tangíveis ou não. São os sabores, as embalagens, os aromas, etc. Também são os valores emocionais e agregados.
- Preço: Estudo do valor de mão-de-obra + matéria prima, concorrentes, valor pago pelo público alvo, etc.
- Praça: é a distribuição, a logística.
- Promoção: Conjunto de elementos de propagação e promoção (Ver Composto de Comunicação).
- Pessoa: todo o grupo envolvido com o produto.



  • 4 C's
- Consumidor: é nele que se concentram todos os esforços. Através dele é que são feitos os produtos e todas as estratégias relacionadas.
- Custo: Como o cliente observa o valor do produto. É caro? barato? justo?
- Conveniência: como o produto irá até o cliente, da forma mais conveniente possível.
- Comunicação: Ver Composto de Comunicação.



  • Segmentação de mercado:
Nenhum produto trabalha com todo tipo de cliente, por isso é necessário segmentar o público.
A segmentação surgiu a partir da observação de que certos grupos possuem desejos e necessicadades de consumo em comum.
Com o foco num público que já possui possível interesse no produto as chances de retorno são maiores.

Podemos dividir o mercado em:
- Segmentos: grande grupo de compradores identificáveis.
- Nichos: segmento do segmento; uma parte do mercado cuja as necessidades não estão sendo atendidas.
- Áreas locais: necessidades de determinado local;
- Indivíduos: customização pessoal, geralmente usada para o público A+ (Ver Marketing One to One em Tipos de Marketing).

Há também algumas bases para segmentar o público:
- Conforme as características do consumidor: geográfica, demográfica, psicográfica(é isso mesmo? Oo), religiosa e econômica.
- Conforme o comportamento do consumidor: ocasiões em sentem, compram e usam o produto; benefícios que buscam; status de usuário; taxa de uso; status de lealdade; etc.



  • Composto de Comunicação:
- Publicidade: Ferramenta que tem como função promover, utilizando os meios de comunicação e os espaços publicitários com patrocinador identificado e tem como fim tornar público e levar o consumidor à compra.
- Propaganda: Semea ideias e ideais de cunho político, cívico ou religioso. Tem como objetivo fazer adeptos, seguidores e converter opiniões.
- Merchandising: É o conjunto de técnicas que visam aumentar a rentabilidade do local de venda (PDV) e os escoamento de produtos através da apresentação apropriada das mercadorias.
- Advertsing: Comunicação indireta, usada para agregar valor e passar credibilidade. Tem sido muito utilizada porque a publicidade não tem mais a mesma credibilidade de outrora.
- Promoção de Vendas: Conjuntos de ferramentas usadas para desenvolver e acelerar vendas. Consiste em várias estratégias de icentivo a curto prazo.
- Venda Pessoal: O vendedor é o personagem principal. Ele atua como elo empresa-cliente e exerce uma atividade bidirecional, representando desejos do cliente e da empresa.
- Relações Públicas: Atividade que estabelece e mantém relações adequadas com diversos públicos da empresa, com objetivos institucionais ou de apoio ao marketing.
- Assessoria de Imprensa: Tem função de aproximar os meios de comunicação à realidade das empresas, suas notícias e informações de interesse ao público.



  • Tipos de Marketing
- Marketing Societal: Determinar as necessidades do target e oferecer satisfação de uma maneira que preserve ou melhore o bem-estar do consumidor e da sociedade.
- Endomarketing: É o conjunto de ações de marketing institucional dirigidas ao público interno (colaboradores, fornecedores, acionistas, vendedores, etc.)
- Marketing de Relacionamento: Significa construir e sustentar a infraestrutura do relacionamento com os clientes. É a integração dos clientes com a empresa, desde o projeto, desenvolvimento de processos industriais e de vendas.
- Marketing de Permissão: É a utilização deliberada e autorizada do e-mail como mídia.
- Marketing One to One: Consiste em contatos diretos que ocorrem individualmente entre a empresa e o cliente.
- Marketing Experencial: É orientado em torno da criação de esperiências ao consumidor, pela estimulação dos sentidos, onde os valores sensoriais, emocionais, cognitivos, comportamentais e relacionais substituem os funcionais.
- Marketing Pessoal: Estratégia individual para desenvolver relacionamentos interessantes do ponto de vista pessoal e profissional, bem como para dar visibilidade a características relevantes na perspectiva da aceitação por parte dos outros.


Fonte: "Estou com sorte" do Google.com e filtro do blá blá blá classe A+ da professora. xD